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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Cap. 7

Austin: E agora? E agora??? O que vamos fazer??

*Austin // on*

Logo vi o carro da polícia chegando, e Payton estava correndo na direção do seu irmão. E assim que olhei para o lado, Angeline já tinha desaparecido.

Payton: Austin, o que aconteceu? O que você fez com o meu irmão???

Então os policiais saíram do carro. E um deles foi ver como o irmão de Payton estava.

Policial: Ele está morto.
Payton: Não pode ser! Como?
Policial: Ele tem marcas de várias mordidas. Eu não consigo reconhecer nenhum animal que possa ter feito isso. Só se for aquela menina que tentou matar uma outra garota por aqui na cidade. As marcas de dentes são as mesmas...
Payton: Não pode ser... O meu irmão morreu??

Payton se ajoelhou e começou a chorar encima de seu irmão. Então eu a abracei.

Policial: Menino, vamos ter que te levar para a delegacia.
Austin: Tá :/

Entrei no carro, junto com a Payton, e fomos para a delegacia. Logo o delegado ligou para a minha mãe e ela teve que me buscar, claro que eles só ligaram bem depois de me fazerem milhões de perguntas, mas a única coisa que eu disse foi que eu cheguei ali e o irmão da Payton já estava morto.

__________

Assim que minha mãe chegou na delegacia ela brigou muito comigo, porque na verdade eu tinha fugido de casa. E na mente da minha mãe fugir de casa era bem pior do que ser preso.

Michele: O que você foi fazer na delegacia, Austin??
Austin: É que... É que...
Michele: "É que" o que??
Austin: Eu fiquei com fome e fui comer numa lanchonete ali perto, e quando eu estava voltando pra casa acabei me encontrando com a Payton, e logo depois acabei vendo o irmão dela ali morto na rua. Então ela chegou com um monte de policiais.
Michele: Filho, poderia ter sido você ali! Já pensou se fosse você no lugar dele?? Você parece que não pensa! Por que não pediu pra mim cozinhar? Ou me avisava que iria sair.
Austin: Desculpa mãe...
Michele: "Desculpa" nada! Está de castigo!
Austin: O que???
Michele: É! Isso mesmo!!! Sem computador, e não vai mais ficar trancado no quarto. Porque foi de tanto ficar trancado no quarto que você acabou fugindo. Você agora vai limpar a casa inteira todos os dias, principalmente o quintal. E você vai estudar em horário integral.
Austin: COMO???? Mas em "horário integral" como assim?? Estudar o dia todo??
Michele: É!! Você nem vai sair mais da escola, só a noite. Pra que? Pra você ficar fugindo de casa?
Austin: Não mãe! Por favor, não!!!
Michele: Chega Austin! Chega! Tudo o que tivemos que conversar já conversamos.

Então logo chegamos em casa. Eu saí do carro de cabeça baixa, e fui direto para o meu quarto. Então minha mãe veio atrás de mim.

Michele: Agora a sua janela vai ter cadeado. Só para você não fugir.
Austin: Mãe, não precisa disso! Por favor mãe, desculpa!!! Eu não queria fazer isso. Foi sem querer. Caramba!

Ela virou e foi embora. Então eu me joguei na cama e logo Angeline apareceu.

Você: Austin, me perdoa?

Me levantei e fiquei de frente para ela.

Austin: "Me perdoa???" Agora estou de castigo!
Você: Mas isso só aconteceu porque você quis vir atrás de mim. Da próxima vez eu não te levo mais.
Austin: Agora estou de castigo...
Você: Bonito cadeado ali na janela.
Austin: É para eu não fugir.
Você: Ai... Aqueles policiais desgraçados só querem acabar com a minha vida!
Austin: E você matou o irmão da Payton...
Você: Poderia ter sido qualquer um. Nunca iria saber que ele tinha algum parentesco com essa daí.
Austin: Valeu por fazer da minha vida um inferno...

Ela me olhou um pouco triste e disse...
Você: Tudo bem, Austin... Então pode voltar para a sua vida normal.

Ela fechou os olhos e uma lágrima saiu de seus olhos. E suas lágrimas eram feitas de sangue.



Ela se virou e tentou abrir a janela, mas eu a segurei.

Austin: Angeline, me desculpe... Por favor, não quero que você se vá. Eu gosto muito de você. Mas...
Você: Mas eu e você somos diferentes... Né?
Austin: Sim...
Você: Eu também não quero ir, mas se isso te deixa melhor...
Austin: Não, por favor. Não quero que você vá.
Você: Austin, nunca serei normal... Nunca serei uma humana.
Austin: Mas eu posso ser um vampiro.
Você: Não Austin... Ser vampiro é muito ruim. Tive que parar de ter pena das pessoas para matá-las.
Austin: Isso não é nada.
Você: E quando não tem sangue humano eu tenho que beber sangue de ratos, e outros animais.
Austin: Eu faria tudo isso se fosse por você...

*No dia seguinte*

Michele: Bom dia, filho! - Minha mãe abriu a cortina e os raios solares invadiram meu quarto (Angeline estava debaixo da minha cama.)

Me levantei correndo e fechei a cortina.

Austin: Não Mãe!!! 
Michele: Austin, está muito escuro aqui.
Austin: Mas assim é melhor! Eu prefiro assim.
Michele: Heuhein... Tudo bem filho, desce e vai tomar café.
Austin: Estamos de bem depois daquilo que aconteceu ontem?
Michele: Eu pensei bem e sim, estamos de bem.
Austin: Eba!!
Michele: Mas...
Austin: Mas...?
Michele: Você vai estudar num colégio interno.
Austin: O QUE???
Michele: É, eu já procurei tudo filho!! Faltam 2 meses pra você se despedir de todos e ir para o colégio interno.
Austin: Não!! Não mãe!!
Michele: Sim filho.

Ela saiu do meu quarto, e eu fechei a porta. Então Angeline saiu de baixo de minha cama.

Austin: Você está bem? - A abracei.
Você: Só fiquei um pouco fraca.
Austin: E por que a Ellen pegou fogo quando os raios solares invadiram o quarto?
Você: Porque ela é uma novata. Os novatos sempre morrem depois que aparecem no Sol. Os que são mais velhos só perdem as forças.

 --- Já tomando café --

Liguei a tv e logo apareceu no Jornal do bairro sobre o irmão da Payton ter sido morto.

Michele: É por isso que eu quero te colocar em um colégio interno. Olha só! O nosso bairro anda muito perigoso... - Pausa - Hoje nós vamos sair, tudo bem? Vamos para uma seção de fotos mãe e filho!!!
Austin: Sério mãe? '-'
Michele: Sério!!!

#Horas depois .

* Já no Studio *

Fotógrafo: Isso, vocês estão perfeitos! Austin, agora beije sua mãe. 

Então fiz o que o fotógrafo pediu e a beijei.

Fotógrafo: Mamãe, agora abrace seu filho. E Austin, sorria.

Então dei um sorriso forçado, mas eu não estava nem um pouco sorridente.

Fotógrafo: Austin, que cara é essa, Meu Deus?? Parece que comeu Vegemite e não gostou.
Michele: Podemos dar uma pausa??
Fotógrafo: Aiin... Tá, claro.

Ele foi beber água, enquanto eu e minha mãe ficamos ali sozinhos no Studio.

Michele: O que foi, Austin?
Austin: Nada não, mãe. Eu só queria estar em casa agora.
Michele: Ai filho, pra que ficar em casa? Tem nada pra fazer. Hoje eu vou te apresentar a filha de uma amiga minha. Ela é linda e tudo de bom. Tenho certeza que você irá amar.
Austin: Mãe, você ainda vai se encontrar com essa sua amiga??
Michele: Vou sim, por quê??
Austin: Aff.... - Então o fotógrafo chegou.
Fotógrafo: Oiii, chegueei! Vamos logo tirar as fotos.

# Alguns minutos depois

Fotógrafo: Vocês foram tudo de bom!
Michele: Obrigada. Amanhã nós passaremos aqui para pegar as fotos.

Então saímos de lá do Studio e fomos para um restaurante. Logo acabamos vendo duas mulheres, na verdade era a mãe e a filha.

Michele: Austin, essa é minha amiga Vivian, e a filha dela, Joe.
Austin: Oi, oi.
Vivian: Ele é adorável, Michele. - Ela alisou meu queixo '-'

Então sentamos a uma mesa. Joe me olhava meio envergonhada, e sua mãe não parava de falar sobre como a sua filha era educada e sobre os colégios em que ela tinha estudado e sobre as suas notas. E sim, era de dar inveja a vida daquela menina. Ela já viajou toda a Europa, e pretende ir no fim desse mês para o Hawaii.

Michele: É por isso que eu quero colocar o Austin nesse colégio interno.
Vivian: Lá é muito bom. É público, mas é ótimo! Não é que nem esses coléginhos públicos que você está acostumada a ver por aqui.
Michele: Ah.. Aé : |

Minha mãe ficou meia sem graça... HEY! Espere aí... Ela só vai me colocar nesse colégio interno por causa da sua nova amiguinha Vivian?? Aff...

Joe: Oi Austin. Tenho certeza que vamos passar a ser grandes amigos quando nos conhecermos melhor. Você parece ser muito legal.  (:
Austin: Você também parece ser uma garota legal.

Nós terminamos de almoçar, e logo minha mãe resolveu ir para o shopping. E eu não estava mais aguentando aquilo! Eu e a Joe nem estavamos conversando direito, só as vezes riamos juntos quando a minha mãe ou a mãe dela dava "piti" quando viam uma bolsa linda de marca.
Logo chegamos em casa, quando já iria dar meia-noite. 

Michele: Ai Austin, estou morta.
Austin: Morta?? Se você está morta então imagina como eu estou!
Michele: E o que você achou da Joe?
Austin: Legal.
Michele: Só "Legal"???
Austin: É! Só "Legal"! ... Ela não faz meu tipo.
Michele: E qual faz o seu tipo?
Austin: Nenhuma, essa menina que eu gosto ela é o tipo. Quero dizer, ela é tudo! Parece que sentimos a mesma coisa um pelo outro, o mesmo amor. Ela é como se fosse uma droga, eu não consigo ficar longe dela.
Michele: Hmm... Tá apaixonado.
Austin: Quem?? Eu?? Não!
Michele: Aham... Sei!
Austin: Ai mãe, tchau...

Subi as escadas, indo para meu quarto. Então antes que eu entrasse em meu quarto, minha mãe me disse:

Michele: Hey, cadê meu beijo??

Então desci as escadas, dei um beijo nela, subi novamente e fui direto para o meu quarto. Sentei na cama, e tirei minha camisa. Logo Angeline pulou em mim, e isso me fez levar um susto enorme!

Você: Quem era aquela vadia que estava junto com você? Eu vi tudo, tá? Vocês se olhavam e riam várias vezes! Estar me traindo por risadas, Austin?
Austin: Calma amor! Só estavamos rindo. Você sabe que a única é só você, né?

Então eu a puxei para perto de mim, então ela caiu na cama. E eu dei um beijo nela.

Você: Não sei... Talvez você prefira ela, por ela ser humana...
Austin: Para com isso! Eu gosto mais das vampiras.

Então eu fiquei por cima dela e a beijei. E logo começamos a dar vários beijos e logo a coisa esquentou (Bom, menos pra ela... Porque ela sempre ficava fria mesmo, rs'). Eu desci minhas mãos e tirei delicadamente sua blusa. Então ela foi logo tirando minha calça comprida e assim foi, um tirando a roupa do outro. E já estávamos só usando roupa intima. Eu mordi suas orelhas e desci minha boca até seu pescoço. E isso fez com que ela arranhasse um pouco as minhas costas, porque ela apertou um pouco com a unha. 

Então eu falei no ouvido dela...

Austin: Você está preparada??
Você: O negócio é se você está preparado.

Não respondi e continuei a beijando. Então assim que eu iria terminar de tirar sua roupa intima....





domingo, 6 de maio de 2012

Cap. 6

Austin: Não é verdade? Eu já sei de tudo. Você é uma vampira mesmo, né? - Então ela me soltou, e ficou andando de um lado para o outro.
Você: Como você descobriu??
Austin: Só fiquei pensando. Eu tenho certeza que você não iria mesmo me contar. Por que você não me contou? - Me aproximei dela.
Você: Porque eu pensei que você não iria entender.
Austin: Eu entendo sim...

Fiquei olhando nos olhos dela e logo me senti congelado. Parecia que ela estava lendo meus pensamentos, e logo um filme sobre a minha vida passou diante de meus olhos. Logo voltei em si.
Angeline me olhava mais calma e me abraçou.

Austin: O que você estava fazendo?..
Você: Estava vendo se você estava sendo verdadeiro comigo... E sim, você está sendo verdadeiro.

Ela me abraçou mais forte. Então começamos a nos beijar, e fomos até a cama. Nos sentamos vagarosamente e dando leves beijos.  Então eu e ela deitamos na cama de conchinha, e eu fiquei por trás dela a abraçando.

Você: Sinto que posso confiar em você...
Austin: O que você veio fazer nessa cidade?
Você: Estão querendo me matar.
Austin: Quem?
Você: Alec... Ele é um dos vampiros mais poderosos.
Austin: Por que? Por que ele quer te matar???

Ela olhou para mim e me deu um beijo.

Austin: Por favor, me responda...
Você: Shuu...

Ela me beijou mais uma vez.

_____________________________

As semanas foram se passando e Angeline acabou ficando em meu quarto mesmo. Minha mãe nem sabia que Angeline estava morando em meu quarto, mas eu não poderia deixar que Angeline voltasse para a casa dela no condomínio e acabasse sendo presa pelos policiais. E nem poderia deixar ela voltar para a antiga casa dela e ser morta pelo Alec, um vampirão.

E assim foi, numa tarde de sábado. Ela estava colocando um vestido preto e bem justo e se olhando no espelho. Logo eu estranhei, ela nunca usa vestido curto.

Austin: Que roupa é essa???
Você: Eu vou sair.
Austin: Pra onde??
Você: Vou para uma balada. Vou matar minha fome.

Ela se virou, indo em direção a janela. Então eu segurei seu braço.

Austin: Você vai assim?
Você: Assim como?
Austin: Olha o seu vestido! Está curto demais!
Você: Tudo bem. Eu vou colocar um casaco. E também está escuro, eu não vou ficar fraca. Eu só coloco essas roupas todas quando está cedo, porque eu fico fraca com os raios solares.
Austin: Você vai mesmo sair? :/
Você: Sim, sou obrigada a ir... Se não eu posso te matar.

Logo escutamos alguém abrindo a porta. Quando eu olhei para a Angeline ela já tinha sumido. Então a minha mãe entrou no quarto.

Michele: Meu filho, você está passando tempo demais nesse quarto, não acha?? Você sempre passou muito tempo no seu quarto, mas agora piorou. Você mal sai do quarto. Tem alguma coisa acontecendo com você que eu não sei?
Austin: Não é nada não, mãe...
Michele: Sério mesmo?
Austin: É.

Ela me olhou um pouco desconfiada e então me abraçou e logo saiu de meu quarto.

Você: Nossa, pensei que ela iria sair mais tarde...
Austin: Vamos pra balada???

*Já nessa balada*

Tinha um monte de caras estranhos naquela balada. A maioria estavam tudo bêbados, ou drogados.

Austin: Angeline, não faz mal você chupar sangue de um drogado não??
Você: Que?? Claro que não, seu bobo! Isso aqui faz bem até demais!! Os bêbados são melhores. Os pais acabam achando que o filho bêbado fugiu de casa e nunca mais voltou.
Austin: Isso não é errado?
Você: Ah, é errado matar os outros... Mas eu já to com passe livre para ir para o inferno mesmo.

Eu fiz uma cara de desagrado, mas Angeline nem ligou. Ela me puxou para um barzinho que tinha ali perto.

Você: Aqui Austin. Você bebe?
Austin: Não! Eu não bebo! Aqui nos EUA é proibido menor de 18 anos beber!
Você: E quem liga pra lei?
Austin: Você está estranha... Vamos pra casa?
Você: Não!!! Vamos ficar!
Austin: Tá :/

Logo um cara passou perto da gente e a Angeline fez amizade com ele. Então ele me puxou para o banco em que ele estava sentado, junto com uns amigos. E Angeline foi junto.
Eles estavam se drogando. (O nome do cara era Brad)

Brad: E aê carinha. Qual é o seu nome mesmo??
Austin: É Austin...
Brad: Haha, Bonito nome! Quer cheirar, fumar, tacar pico na veia? Ou só beber um pouquinho?

Me levantei logo e fui para fora da festa. Angeline veio atrás de mim.

Você: Austin, o que houve?
Austin: Eu não acredito que você fica se misturando com essa gente! Eles são tudo drogados, e alcoólatras! Eu não quero ficar aqui com esse tipo de gente.
Você: Ali na esquina tem uma lanchonete. Você quer ir lá comer algo?
Austin: Eu aceito...

*Angeline // On*

Segurei a mão de Austin e fomos até a aquela lanchonete, de mãos dadas. Austin pediu só um salgado e um refrigerante. E eu só fiquei olhando ele comer. Então logo Payton passou enfrente a lanchonete. Ela viu Austin e entrou.

Payton: Oi Austin - Se abraçaram. - O que vocês estão fazendo aqui??
Austin: Estavamos... Andando por aí, sabe? E você ??
Payton: Eu to indo atrás do meu irmão. Ele tá ali nessa balada. Como alguém pode querer ir lá? Lá só tem cachaceiro e maconheiro!
Austin: É...
Você: Não vai embora não, Payton? (Fiz a mesma coisa que ela fez comigo da outra vez. Mas dessa vez Austin ficou quieto.)
Payton: Ahn... Tchau. - Ela se virou e foi embora.

Austin: Por que você fez isso?
Você: Porque ela fez a mesma coisa comigo. Sou vampiro, mas também tenho sentimentos.
Austin: É... Eu tinha me esquecido de que ela tinha feito isso com você.
Você: Você já acabou de comer??
Austin: Sim sim. Vamos?
Você: Sim, mas antes vou jantar.

Austin fez uma cara meio triste, mas ele sabia no fundo que era assim que eu sobrevivia.
Então assim que saímos eu vi um cara passando. Então esperei ele dobrar a esquina, que dava em uma rua escura e deserta. Então eu corri para atacar, e Austin veio atrás de mim correndo.

O cara estava quase caindo na rua, então eu pulei encima dele e ele ficou caído no chão. Então eu chupei seu pescoço e ele começou a se debater. E eu fui chupando ainda mais seu sangue e ele foi ficando mais fraco, então ele parou de se mexer. E acabei com a sua ultima gota de sangue, e logo quebrei seu pescoço.

Austin se aproximou no cara e acabou reconhecendo seu rosto.

Austin: Meu Deus... Ele é o irmão da Payton!!!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Cap. 5

Você: Eu... - Não consegui falar. Abaixei a cabeça , então Austin segurou sua mão em meu queixo e levantou delicadamente meu rosto.
Austin: Me fala, o que foi? O que é que está acontecendo?

Ele logo percebeu alguns cortes que tinha em meu corpo. (Eram das pessoas que se defendiam tentando me arranhar, tolinhas). A maior parte dos cortes ficava no pescoço e no braço, mas eu sempre tento esconder.

Austin: Por acaso você não anda se cortando, né?
Você: Não Austin.

Ele segurou meus braços, e dobrou meu casaco, e viu mais cortes.

Austin: Angeline! Você está escondendo muita coisa de mim. Quero dizer, você está escondendo tudo de mim!

*Austin on*

Passei a mão em meu rosto, de um jeito que mostrava preocupação. Caminhei de um lado para o outro em meu quarto, estava tentando pensar no que ela poderia ser.

Você: Austin... Me desculpa.

Olhei pra ela com um olhar de desaprovação. Ela se aproximou de mim para me beijar, mas eu virei o rosto.

Mas ela ficou de frente para mim, me olhando. E ela parecia estar bem triste. Então eu a abracei e ela me beijou, mas eu permiti que ela fizesse isso.
Então ela me jogou em minha cama e subiu por cima de mim. Ela começou a me beijar mais uma vez, e seus lábios logo desceram para meu pescoço e ela começou a beijar mais forte.

Austin: Angeline, você está me machucando! Para, para!

Eu a segurei e ela continuou me beijando, mas logo ela parou e me olhou assustada. Ela saiu de cima de mim e ficou andando de um lado para o outro, e ela estava parecendo que estava preocupada.

Austin: O que houve? - Levantei-me e andei em sua direção.
Você: Austin, nós não podemos ficar juntos. Não nesse mundo. Eu não consigo me segurar. A qualquer momento eu posso acabar te matando. E eu não quero isso...
Austin: Pra onde você vai agora?? Estão atrás de você. E eles sabem que você mora aqui no condomínio.
Você: Austin, me ajuda a me esconder??
Austin: Não. - Virei o rosto.
Você: Tudo bem. Logo você vai saber de mim por aí.

Ela saiu pela minha janela, sem me dar adeus. Eu gostaria de arrancá-la de minha memória , mas eu não conseguia. Ela era como se fosse uma droga, como ela tinha me dito antes.
Eu queria estar com raiva dela, mas não conseguia. Ela tinha entrado em minha vida de uma tal maneira que eu não consigo explicar.

Fui para fora de casa, para pensar um pouco. O dia estava muito quente, o Sol estava escaldante.
Fui andando pela calçada e logo passo em frente a casa de Ellen - A menina que Angeline quase matou. - E acabo vendo seu pai no portão.

Sr. Marshall: Oi Austin. Tudo bem com você??
Austin: Tudo sim, senhor Marshall. O problema é como a sua filha está, né?
Sr. Marshall: Ela está bem, eu acho. Ela chegou hoje do hospital, nessa madrugada quando ainda estava tudo escuro. O estranho é que o médico falou que as mordidas no pescoço dela são sobrenaturais, eles nunca viram ninguém assim. Nunca viram uma mordida dessas.
Austin: Ahn... Posso ver como a Ellen está ?
Sr. Marshall: Claro, meu filho. Entre, entre.

Ele deu espaço para mim entrar e então passei por ele. Então eu passei pelo gramado, caminhando até a porta da casa e o Sr. Marshall veio atrás de mim.
Ele abriu a porta e eu entrei e me mandou entrar no quarto de sua filha que ela estava lá deitada e sua mãe estava cuidando dela.

Então entrei em seu quarto. Sua mãe estava ao seu lado chorando, segurando um prato que continha sopa.

Caminhei até a ela e perguntei...

Austin: Por que está chorando??
Senhora Marshall: Porque ela não quer comer nada! Ela está parada, olhando para mim o dia todo.

E realmente Ellen estava assim. Ela estava bem vidrada em sua mãe,  nem piscava. Era uma cena de dar medo.
E ela estava muito pálida, e sua respiração estava saindo fumaça. E o estranho é que estava calor.

Me aproximei dela, e alisei sua face, dizendo...

Austin: Ellen, o que houve com você?? Você está bem?... Me responda com um sim ou um não.

Ela ainda estava olhando para sua mãe, e logo olhou para mim. Ela foi virando a cabeça aos poucos para mim, e balançou a cabeça, fazendo um gesto de sim. Logo ela parou de balançar a cabeça e deu um sorriso que era de dar medo. Seus olhos ficaram pretos e sua pele perdeu a cor. E seus dentes ficaram afiados e os seus dentes caninos cresceram.
Então ela pulou Encima do teto e ficou lá observando sua mãe.
Ela parecia que estava controlando sua mãe com o seu olhar, e sua mãe estava paralisada.

Eu só estava olhando aquela cena, muito assustado. Logo Ellen pulou em sua mãe e começou a se debater. Ela estava Chupando e quebrando ao mesmo tempo o pescoço de sua mãe. Então eu saí correndo e chamei o Sr. Marshall. Ele veio e tentou tirar sua filha de cima de sua esposa. E Ellen era bem forte. Sem querer ele esbarrou na cortina e a cortina caiu, e logo os raios solares invadiram o quarto. Ellen começou a gritar a logo pegou fogo. Eu e o Sr. Marshall tivemos que sair correndo da casa e fomos obrigados a ver tudo pegando fogo enquanto os bombeiros não chegavam.

Fui pra casa, e a noite ficou bem difícil para mim dormir, pois eu não estava conseguindo tirar aquelas cenas da minha cabeça. Por que ela pegou fogo? Por que ela subiu no teto e como??
Até que logo eu descobri o que era...

Algumas semanas se passaram e logo Angeline apareceu. Ela veio no meio da madrugada, e por incrível que pareça eu estava acordado. Sentei-me em minha cama, e Angeline ficou enfrente a janela.

Austin: Oi...
Você: Oi Austin :/

Ela veio até a mim para abraçar-me, mas eu saí de perto dela.

Angeline: Austin, me desculpe. Se eu te contasse eu sei que você não me entenderia. E a sua vida talvez possa estar em jogo.

Então ela veio até a mim e me abraçou. Dessa vez eu deixei. Então eu alisei seus cabelos e a abracei mais forte e disse...

Austin: Tudo bem. Porque eu já sei de tudo... Você é uma vampira.


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Meninas, desculpem a demora. É que eu posto sempre os imagines pelo meu celular e ele não estava querendo postar esse capítulo. E me desculpem também por algumas palavras trocadas e erros ortográficos, é que o meu celular muda as letras sozinho.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Cap. 4

E era a mãe de Austin. Senti que ela estava acompanhada de mais alguém.

Austin se assustou e logo fingiu que estava pegando um copo d'água. Ele ficou meio sem jeito.
E logo a mãe de Austin foi até a cozinha.

Michele: Oi filho. - Ela caminhou até ao Austin e deu um beijo em sua testa. E logo olhou para mim e disse.... - Ahn... Oi :)
Você: Oi senhora Mahone. Meu nome é Angeline.
Austin: Ela mora aqui no condomínio. Ela é nova por aqui.
Michele: Atah...

Logo um homem entrou na cozinha também e abraçou Michele por trás.

Michele: Austin, esse aqui é o meu novo namorado. - Ela o beijou.
Austin: Eca :# Dá pra vocês se beijarem em outro lugar??
Michele: Aham, sei... O nome dele é Antony.
Antony: Prazer. - Ele apertou a mão de Austin. Olhou depois pra mim e disse... - Boa escolha, hein.

Os dois foram para sala, deixando eu e o Austin sozinhos na cozinha.

Austin: Ahn... Me desculpa por isso.
Você: Você não fez nada demais...
Austin: Por que você é sempre tão misteriosa?
Você: Por nada. - Olhei para o relógio. - Estou atrasada! Preciso ir!

Me virei rapidamente para ir embora, mas logo Austin segurou minha mão. E logo a soltou e disse...

Austin: Nossa, você é tão gelada! Não está com frio??
Você: Frio é uma coisa que eu não sinto. Só sou fria.
Austin: E por que esses casacos todos que você sempre usa??
Você: Você já sabe coisa demais...

Me virei e fui embora.

*No dia seguinte*

Eu estava atrás da escola Chupando sangue de um homem que estava passando por ali. E o sangue dele estava delicioso... Logo escuto o sinal tocar, me assustei e logo tentei o esconder.

Fui para a sala de aula, e quando estava entrando acabei me esbarrando em Austin. Ele me deu um sorriso um pouco sem graça, acho que a tarde de ontem foi uma coisa que ele não conseguiu esquecer.

Eu sentei na última cadeira e Austin sentou só duas cadeiras um pouco mais a frente, e Payton sentou-se ao seu lado.

*Austin on*

Payton: Ela é tão estranha. Austin, se você continuar andando com ela eu não vou mais falar com você!
Austin: Para com isso! Ela é só misteriosa. Ela não prefere dizer sobre a vida dela, e ela é muito fechada por causa do pai dela. Ele fica o dia todo na cama, e ela tem que cuidar dele. É muito difícil pra ela!
Payton: Você só está dizendo isso porque está apaixonadinho por ela!
Austin: Não...
Payton: Vocês já se beijaram??
Austin: Não foi necessariamente um beijo...
Payton: Foi o que então?
Austin: Foi por impulso. Ela agiu sem pensar. E...
Payton: Chega Austin! Você está apaixonado por ela e não dá pra negar.
Professora: Dá pra vocês dois ficarem calados? Estou tentando dar aula! Então vem os dois aqui na frente pra dar aula no meu lugar.

Eu e Payton reviramos os olhos, e ficamos quietos até tocar o sinal.

*No intervalo*

Eu e Payton ficamos sentados em um banco, e estávamos só observando as pessoas. Estávamos na verdade mudos. Assim que olho para o lado, vejo Angeline encostada na parede, em um cantinho lá. Ela estava vidrada em um dos alunos, mas eu só não sabia quem era. Ela até parecia que estava vendo algo de interessante, ela sorria pra si própria algumas vezes.
Então decidi fazer companhia a ela. Levantei-me e fui caminhando até a ela. Ela ainda continuava olhando reto, mas não pra mim.

Austin: Angeline!

Ela levou um susto e logo olhou pra mim.

Você: Oi Austin :)
Austin: Você estava em qual mundo??

Ela sorriu um pouco desconfortável.

Austin: Não quis ofender.
Você: Tudo bem. Você acha que todos os casais tem uma ligação? Sei lá, parece que o destino nos reserva uma pessoa especial. A nossa alma gêmea.
Austin: Você acha isso?
Você: Acho. Sei lá, mesmo que tenha milhões de anos de diferença de idade.
Austin: Haha, isso aí já é meio que impossível. Bilhões de anos é bem impossível.
Você: Nada nessa vida é impossível.
...

*Na hora da saída"



*Angeline // On*

Austin e eu estávamos voltando para casa. E na hora que estávamos entrando no condomínio o Austin acabou esbarrando em uma pedra, ele acabou caindo e ralou um pouco sua mão.

Você: Austin, quer ajuda??

Peguei sua mão e tentei ajudar a levantá-lo. Mas logo senti aquele cheiro de sangue penetrando em meu nariz. Tentei me conter, mas não consegui. Seu cheiro era maravilhosamente perfeito.
Austin se assustou comigo. Então eu saí correndo para não chupar seu delicioso sangue.
Corri para a rua, subi em uma árvore e quando avistei alguém passar me joguei nela e chupei todo seu sangue.

Logo alguns policiais que sempre ficavam ali perto viram e começaram a atirar.
Saí de cima daquela moça, ela estava toda ensanguentada e eu ainda não tinha terminado de chupar seu sangue, então ela iria virar uma meio-vampiro.

Os policiais correram atrás de mim, mas não conseguiram me pegar. Então eles pegaram o carro e começaram a correr atrás de mim, mas eu era mais rápidas que mil cavalos. Logo eles pararam de correr atrás de mim, viram que todo o esforço deles seria desnecessário.
Tive que ficar 3 dias dentro de um bueiro, até que eles esquecessem do que eu tinha feito com aquela moça, ainda bem também que eles nem viram meu rosto direito.

Assim que eu pude, voltei para minha casa. Mas logo vi que os policiais ainda não tinham se esquecido daquilo. Um monte de policiais estavam na frente do condomínio.

Então eu me disfarcei e consegui entrar no condomínio. E a primeira coisa que veio a minha cabeça foi ir na casa do Austin.

Subi uma árvore que dava na janela do Austin e entrei. Ele estava no computador e logo se assustou.
Ele se levantou da cadeira e foi andando para trás, se encostando na parede.

Austin: Saí daqui! Eu sei o que você fez com a Ellen!
Você: Não posso sair.
Austin:Por que??
Você: Porque você me deixou entrar.
Austin: Quando foi isso?? Eu to te mandando ir embora daqui! Agora!!
Você: Não.- Sorri, mas um sorriso mal.
Austin: Você quase matou a Ellen!! Por que você fez isso? E por que naquele dia que você foi segurar minha mão você ficou alterada? Por que??
Você: Austin, eu gostaria de te falar... - Me virei e debrucei-me na janela.

Então Austin veio por trás de mim e me abraçou.

Me virei de frente para ele e disse...

Você: Eu....


_____

Continuo com 1 comentário!

ATENÇÃO!!!

Eu sei que existem pessoas lendo esse imagine, e creio que nenhum de vocês são fantasmas.
Então eu gostaria de pedir um favor a vocês, que vocês comentassem.


Agora se não tiver 4 comentários eu não vou continuar o Imagine.

domingo, 29 de abril de 2012

Cap. 3

Assim que Austin abriu a porta... Aqueles mesmos garotos de antes passaram jogando balões de água em Austin.
Eu acabei me irritando, mas tentei me controlar. Austin fechou a porta e logo olhou para só mesmo e se viu todo encharcado.

Você: Por que você não bate neles??
Austin: Porque eles tem mais força do que eu e são 3.
Você: Bate neles.
Austin: o que??
Você: Bate neles com todas as suas forças!
Austin: E se eu não conseguir e eles me matarem?
Você: Não irão te matar.
Austin: Como você sabe?
Você: Eu estarei lá para te ajudar. Se eles te baterem você bate com mais força... Com todas as suas forças.

Austin sorriu e me abraçou.

Você: Hey Austin, você está todo molhado! Vá se secar!!
Austin: Tudo bem, mamãe!

Austin subiu as escadas para se trocar. E eu fiquei olhando as suas fotografias.

*Dia seguinte*

Hoje resolvi ir para a escola do Austin. Na verdade, eu iria estudar lá. É né, vampiros também estudam.
Eu tinha ido ontem na escola do Austin para fazer a matrícula. Eu só queria estar por perto do Austin para o defender.

Mas Austin não sabia que eu iria estudar lá na escola dele e quando ele me viu acabou levando um susto.

Austin: Angeline??? O que faz aqui??
Você: Estou estudando agora aqui.
Austin: Ahn... Por que??
Angeline: Achei que aqui seria uma boa opção para estudar.
Austin: Você é estranha... Ninguém quer vim morar nessa cidade. Geralmente as pessoas saem dessa cidade. E o pior é que ninguém gosta de estudar nessa escola.
Você: Mas estudam.
Austin: é... Acho melhor você não mexer com o Josh.
Você: E por quê??
Austin: O irmão dele já matou muita gente. Não acho uma boa idéia você se meter com esse tipo de gente.
Você: Eu também já matei muita gente...

Austin ficou paralisado olhando para mim, então me virei e caminhei até meu armário, que era um pouco perto do armário dele. Então Austin veio para mais perto de mim. E disse um pouco assustado...

Austin: Como assim você já matou pessoas???
Você: Era brincadeira. Nunca matei ninguém.
Austin: Ufa... Você me deu um susto!

Logo passou uma menina do nosso lado e ela estava nós olhando mortalmente. Então tive uma visão minha sugando todo seu sangue.

Austin: Angeline?? Heeey,
Você: Perdão. Estava pensando em uma coisa.

*Na sala de aula*

Professor: Hey galera, essa daqui é a nova aluna , Angeline. Você pode se levantar para que todos a vejam??
Você: Não.
Professor: Ahn... Tudo bem. Sejam bonzinhos com a nova aluna.

Helena: Boazinha vai ser uma coisa que eu não vou ser... - Sussurrou.

*Austin // on*

Payton: Ela é estranha.
Austin: Para com isso! Ela é muito legal! Você está com inveja dela!
Payton: Eu? Com inveja de que Austin??
Austin: Dela! De tudo. Ah, esquece...

*Angeline // on*

Logo tocou o sinal e todos os alunos saíram correndo, menos eu e o Austin, que ficamos na sala.

Austin: Está gostando da escola?
Você: É...
Austin: É...?
Você: É!
Austin: Só "É" ?
Você: É!

Austin passou por perto de mim e o seu cheiro estava delirante. Seu cheiro estava sedutor. Seu sangue estava fervendo. Meus dentes estavam a ponto de afiar, mais eu estava me controlando. Não consegui, peguei Austin, mas logo consegui me conter e abracei. Austin ficou sem entender.

Austin: O que foi??
Você: Sabe quando você gosta tanto dessa pessoa e acaba sentindo uma coisa tão forte por ela que é capaz de fazer coisas impossíveis?
Austin: sim...
Você: Assim que me sinto.

Austin ficou quieto. E logo o coordenador nos mandou sair da sala.

*Depois da aula*

Depois da aula fomos até a uma sorveteria. Austin comprou um milk-shake de morango pra ele, mas eu não queria nada. Só fingi que não estava com fome, na verdade as minhas presas estavam gritando por pescoço. Mas claro que comida de humano não vale.

Austin: Tem certeza que você não quer tomar sorvete?
Você: tenho sim.
Austin: Sério? Todo mundo gosta de sorvete.
Você: Onde eu morava não existia isso.
Austin: Eu iria morrer em um lugar desse. Come então. Prova... Por da
Favor, por mim.

Aceitei a oferta, mas só fiz aquilo para ele não desconfiar que eu era uma Vampira. Mas logo acabei passando mal quando chegamos perto do condomínio. Austin e eu corremos para casa e ele me deu água. Mas eu precisava de sangue!!!

Austin: Desculpa ter feito você passar mal.
Você: Não, liga não. É que não estou acostumada com esses tipos de comidas.

Eu estava sentada em sua cadeira onde ficava na cozinha, e Austin estava de pé olhando para mim.

Você: Austin... Não sei porque eu tenho uma sensação diferente com você. Você parece uma droga... Não sei o que acontece comigo.

Me levantei e o beijei. Austin segurou minha nuca e logo parou de me beijar, olhou pra mim e disse...

Austin: O que você está fazendo? O que estamos fazendo?

Então o beijei mais uma vez. Dessa vez teve mais emoção. Fui empurrando Austin para o canto da cozinha e fomos nos beijando. Seu beijo tinha gosto de menta.
Austin segurou em minha cintura e com simples movimentos ele foi descendo sua mão até minha bunda e começou a colocar seu corpo contra o meu.

Logo escutamos alguém chegar em casa. E era...

Cap. 2

Xxx: Quer ajuda?
Olhei rapidamente para ver quem era. E parecia ser aquela mesma menina de ontem, e a mesma menina em que toda hora eu via, mas logo sumia.

Ela estava muito branca, igual a ontem.
Ela estava usando um sobretudo preto. E ela estava usando um gorro que combinava com seu casaco. E ela estava usando calça comprida, e que era bem estranho porque estava um calor infernal e todas as meninas estavam usando bermuda e blusinha.

_____

Segurei sua mão e me levantei.

Austin:Oi... Você é aquela menina nova do meu condomínio, né? Você não deve saber quem eu sou. Meu nome é Austin, tudo bem?
Você: Eu sei quem é você. E acho que você não deveria abaixar a cabeça para aquele menino.
Austin: Quem? O Josh?
Você: É, ele mesmo. Vamos pra casa? Te ajudo a chegar em casa, já que é o mesmo caminho que o meu, né? - Ela sorriu.

Não quis ser muito abusado, mas logo me segurei nela e fui me apoiando. Estava sentindo um pouco de dor, mas senti que aquela ajuda era bem-vinda.

Austin: Desculpe a pergunta, mas... Qual é o seu nome??
Você: Angeline...

O Sol começou a esquentar mais e Angeline parecia estar um pouco preocupada. Ela estava ficando cada vez mais branca.

Austin: Nossa, você não está com calor?? Aqui está pegando fogo!
Angeline: Não. Estou bem.
Austin: Você tá parecendo até um vampiro, - Dei uma risada de leve.

Angeline parecia me olhar bem séria. Eu logo calei minha boca. Ficamos alguns minutos sem falar nada, mas logo abri minha boca.

Austin: Eu ainda não entendi. Por que você estava lá no campo? Eu nem tinha te visto lá e logo você apareceu do nada.
Você: Não sei... Só senti que alguém precisava de ajuda.
Austin: Como assim??
Você: Deixa pra lá... Você não entenderia.

Logo chegamos ao condomínio.

Austin: É, infelizmente chegamos.
Você: É.

E logo Payton chegou em meu condomínio também. Quando ela viu a Angeline acabou levando um susto.

Payton: Ahn... Oi Austin. E... - Apontou para Angeline.
Você: Angeline. Me chame de Angeline.
Payton: Angeline, você não vai embora?
Austin: Payton! Que falta de educação!
Você: Que nada. Já estou indo...

Quando Angeline estava quase indo, Payton percebeu o colar que ela estava usando e logo a parou.

Payton: Angeline, que colar é esse?? Esse colar é da Grécia Antiga, e eu sei disso porque eu estou fazendo um trabalho sobre a Grécia. Esse colar nem existe hoje em dia.
Você: É da minha bisavó. Ela tinha guardado. Ela... Ela... Ela colecionava muito essas coisas.

Angeline se virou e foi embora.

Payton: Eu disse! Ela é estranha!
Austin: Para com isso! Ela é maneira.
Payton: Quando acontecer alguma coisa com você eu irei dizer "Eu te avisei".

*Angeline // on *

Cheguei em casa, peguei o sofá e joguei na parede. Logo um rato passou correndo pelo sofá, então eu corri até ao rato e suguei todo seu sangue e logo quebrei sei minúsculo pescoço. Sempre fazia isso depois de chupar sangue de alguém, só para não virar um vampiro. Sempre morrem de uma vez depois que quebro seus pescoços.

Então comecei a falar sozinha...

Você: Argh... Aquele humano tem um cheiro tão bom!!! Por que será que eu não acabou logo com ele?? Eu não sei ainda porque eu fui o ajudar! Eu senti que ele estava precisando de ajuda... E logo fui o ajudar.

*Dia seguinte*

Eram 6 horas da manhã e eu estava voltando de uma balada. Certamente não tinha ido para dançar, só tinha ido para me divertir... Chupando sangue de um monte de jovens bêbados. E eu adoro esses jovens bêbados! São as melhores presas. E o bom é que o sangue deles vem com álcool. Dois em um.

Mas uma coisa estranha aconteceu, quando eu estava entrando no condomínio eu vi o Austin na janela de seu quarto. Austin estava olhando para o infinito e quando ele me viu acabou levando um susto. Ele não esperava me ver tão cedo.

Austin: Angeline??
Você: Oi Austin ;)
Austin: O que faz aí a essa hora?? Aonde você estava??
Você: E o que você faz acordado a essa hora?
Austin: Opa! Eu perguntei primeiro.
Você: Eu tava na balada. Agora é sua vez.
Austin: E eu tava pensando em você.
Você: Haha, sei...

Eu não estava tão séria quanto o normal. Acho que chupar sangue de alguns jovens bêbados me deixou um pouco alterada.

Austin: Vou dormir novamente. Está muito cedo. Bom dia, rs

Austin saiu da janela e eu fui para a minha casa.

*Segunda-feira*

Eram meio-dia, e eu tive uma outra sensação de que o Austin estava precisando de ajuda.
Segui meus instintos e chegar até sua escola. E parecia que Austin estava em uma grande enrascada. Aquele tal de Josh estava envolta dele, acompanhado de mais dois caras. E Payton estava implorando para que eles não batessem em Austin...

Josh: Agora você precisa de garota pra se defender??

Então rapidamente pulei em sua frente.

Você: E quem é que vai te defender??
Josh: Haha, você vai me bater?
Você: Se você não sair daqui agora eu irei fazer uma coisa bem pior. Não quer me ver
irritada, não é?

Josh me olhou de cima a baixo, deu as costas e foi embora. Quando ele estava quase indo, ele disse...
Josh: Não vai ficar por isso mesmo, Austin.

Você: Por que esse cara não gosta de você? O que você fez para ele?
Austin: Nem eu sei o que eu fiz para ele.

Na mesma hora Payton começou a chorar e abraçou Austin com muita força.

Payton: Eles me Deram um grande susto, Austin! Pensei que eles iriam te matar! O irmão do Josh já matou várias pessoas. Pensei que iriam fazer o mesmo com você.
Austin: Angeline, o que você iria fazer com eles se eles não saíssem de perto de mim??
Você: Eu... Iria bater neles. Eu faço aula de Artes Marciais e... Eu sou bem forte.

Eu e Austin fomos para a casa e Payton foi para a casa dela. E no meio do caminho eu e o Austin fomos conversando.

Austin: Sabe... Eu fiquei aqui pensando e constatei uma coisa... Você É meu anjo da guarda.
Você: Não fale bobagens... Só estava no lugar certo e na hora certa.
Austin: Desde que você chegou aqui você tem me ajudado. Sei lá, de uma forma diferente.

*Chegando no condomínio*

Você: É Austin, eu vou embora. Tchau...

Quando eu estava quase indo, Austin segurou minha mão.

Austin: Quer entrar???

Regra número 1: Nunca convide um vampiro para entrar. Depois que ele entra, ele se sente no poder de entrar quando quiser. E nunca mais quer sair.




Você: Claro...

Entrei em sua casa e logo percebi que a casa estava vazia. Austin se sentou no sofá e eu me sentei também. E ele logo ligou a tv.

Austin: Você mora sozinha??
Você: Não... Eu... Eu moro com meu pai. Ele está muito doente e fica o dia todo deitado na cama. Por isso que ninguém nunca o viu.
Austin: Melhoras ao seu pai...
Você: Está sozinho em casa??
Austin: Minha mãe está trabalhando.

Na mesma hora alguém bateu na porta. Austin estranhou, mas logo se levantou e abriu a porta..